Se aceitaste o Evangelho, por abençoado roteiro de aperfeiçoamento, não te esqueças da representação que nos cabe em toda parte.
A fé nos confere consolação, mas nos reveste de responsabilidade, a que não podemos fugir.
Somos embaixadores de Jesus onde estivermos, se a luz d’Ele é o clarão que nos descortina o futuro.
Não te esqueças de semelhante realidade para que a experiência religiosa não se te reduza à simples adoração.
A estrada permanece descerrada a nós todos.
Cada dia é nova revelação para que exerçamos a sublime investidura.
Se o Senhor desceu até nós, partilhando-nos a senda obscura e viciosa, a fim de que nos levantássemos, aprendamos também a representá-lo nas regiões inferiores à nossa posição no conhecimento.
Onde fores defrontado pela calúnia, sê a palavra amiga do esclarecimento benéfico.
Se o mal te visita, improvisa o bem, mobilizando a capacidade de ajuizar as situações, de planos mais altos.
Se a tristeza e o desânimo te procuram, acende a lanterna da coragem e resiste ao sopro frio do desalento, prosseguindo no trabalho que a vida te confiou.
Se a banalidade te busca, não a abandones, porque o cristão sincero é o educador que tudo aperfeiçoa para o brilho do infinito bem.
Se a leviandade te desafia, ajuda ao companheiro de jornada, orientando-lhe o pensamento para o que seja nobre e justo.
Se a treva tenta envolver-te, faze a claridade do otimismo, com as bênçãos do amor que auxiliam em todos os instantes.
Entretanto, se o embaixador humano é obrigado a longo curso de compreensão e tolerância, na ciência do tato e da gentileza, para não falhar nos compromissos que lhe são próprios, não creias que o emissário do Cristo deva agir sem os princípios da serenidade e do bom ânimo.
Colaboramos no bem comum, sem alardear notas de superioridade perturbadora.
Quanto mais claro se nos faça o raciocínio, mais alta a nossa divida para com as sombras.
Quanto mais sublimes as nossas noções do bem, mais imperioso o dever de socorrermos as vitimas do mal.
O mensageiro do Cristo é o braço do Evangelho.
Se nos propormos ao serviço do Divino Mestre, descortinemos a Ele o próprio coração, a fim de que os seus desígnios imperem sobre o nosso roteiro e para que a nossa vida seja uma luz brilhante para quantos caminham conosco, onde estivermos.
(Emmanuel / Francisco Cândido Xavier – Livro ASSIM VENCERÁS)
terça-feira, 26 de maio de 2009
sexta-feira, 22 de maio de 2009
ALTAR ÍNTIMO
" Temos um altar " – Paulo ( HEBREUS, 13:10)
Até agora, construímos altares em toda parte, reverenciando o Mestre e Senhor.
De ouro, de mármores, de madeira, de barro, recamados de perfume, preciosidades e flores, erguemos santuários e convocamos o concurso da arte para os retoques de iluminação artificial e beleza exterior.
Materializado o monumento da fé, ajoelhamo-nos em atitude de prece e procuramos a inspiração divina.
Realmente, toda movimentação nesse sentido é respeitável, ainda mesmo quando cometemos o erro comum de esquecer os famintos da estrada, em favor das suntuosidades do culto, porque o amor e a gratidão ao Poder Celestial, mesmo quando mal conduzidos, merecem veneração.
Todavia, é imprescindível crescer para a vida maior.
O próprio Mestre nos advertiu, junto à Samaritana, que tempos viriam em que o Pai seria adorado em espírito e verdade.
E Paulo acrescenta que temos um altar.
A finalidade máxima dos templos de pedra é a de despertar-nos a consciência.
O cristão acordado, porém, caminha oficiando como sacerdote e si mesmo, glorificando o amor perante o ódio, a paz diante da discórdia, a serenidade à frente da perturbação, o bem à vista do mal...
Não olvidemos, pois, o altar íntimo que nos cabe consagrar ao Divino Poder e à Celeste Bondade.
Comparecer, ante os altares de pedra, de alma cerrada à luz e à inspiração do Mestre, é o mesmo que lançar um cofre impermeável de trevas à plena claridade solar. Se as ondas luminosas continuam sendo ondas luminosas, as sombras não se alteram igualmente.
Apresentemos, portanto, ao Senhor as nossas oferendas e sacrifícios em quotas abençoadas de amor ao próximo, adorando-o, através do altar do coração, e prossigamos no trabalho que nos cabe realizar.
(Emmanuel / Francisco Cândido Xavier – Livro Fonte Viva pag. 215-216.)
Até agora, construímos altares em toda parte, reverenciando o Mestre e Senhor.
De ouro, de mármores, de madeira, de barro, recamados de perfume, preciosidades e flores, erguemos santuários e convocamos o concurso da arte para os retoques de iluminação artificial e beleza exterior.
Materializado o monumento da fé, ajoelhamo-nos em atitude de prece e procuramos a inspiração divina.
Realmente, toda movimentação nesse sentido é respeitável, ainda mesmo quando cometemos o erro comum de esquecer os famintos da estrada, em favor das suntuosidades do culto, porque o amor e a gratidão ao Poder Celestial, mesmo quando mal conduzidos, merecem veneração.
Todavia, é imprescindível crescer para a vida maior.
O próprio Mestre nos advertiu, junto à Samaritana, que tempos viriam em que o Pai seria adorado em espírito e verdade.
E Paulo acrescenta que temos um altar.
A finalidade máxima dos templos de pedra é a de despertar-nos a consciência.
O cristão acordado, porém, caminha oficiando como sacerdote e si mesmo, glorificando o amor perante o ódio, a paz diante da discórdia, a serenidade à frente da perturbação, o bem à vista do mal...
Não olvidemos, pois, o altar íntimo que nos cabe consagrar ao Divino Poder e à Celeste Bondade.
Comparecer, ante os altares de pedra, de alma cerrada à luz e à inspiração do Mestre, é o mesmo que lançar um cofre impermeável de trevas à plena claridade solar. Se as ondas luminosas continuam sendo ondas luminosas, as sombras não se alteram igualmente.
Apresentemos, portanto, ao Senhor as nossas oferendas e sacrifícios em quotas abençoadas de amor ao próximo, adorando-o, através do altar do coração, e prossigamos no trabalho que nos cabe realizar.
(Emmanuel / Francisco Cândido Xavier – Livro Fonte Viva pag. 215-216.)
Chico Xavier - O Filme
É com grata surpesa e satisfação que anunciamos o inicio das filmagens do Filme "Chico Xavier" com previsão de estréia para abril de 2010.
Desde já vamos iniciar uma vasta campanha de divulgação, seja entre nossos amigos, trabalhadores espíritas, casas espíritas, simpatizantes, no trabalho, nas ruas, na padaria que você frequenta, nos seus jornais de divulgação interna, nas palestras públicas, nos EFAS da sua cidade.
Este é o momento da grande mídia, da chegada das multidões a busca do Consolador Prometido.
Divulguemos o Espiritismo, é chegada nossa hora.
Desde já vamos iniciar uma vasta campanha de divulgação, seja entre nossos amigos, trabalhadores espíritas, casas espíritas, simpatizantes, no trabalho, nas ruas, na padaria que você frequenta, nos seus jornais de divulgação interna, nas palestras públicas, nos EFAS da sua cidade.
Este é o momento da grande mídia, da chegada das multidões a busca do Consolador Prometido.
Divulguemos o Espiritismo, é chegada nossa hora.
terça-feira, 19 de maio de 2009
quarta-feira, 13 de maio de 2009
Perante Jesus
“ E tudo quanto fizerdes, fazei-o de todo o
Coração, como ao Senhor, e não aos homens.”
PAULO – ( COLOSSENSES, 3:23.)
A compreensão do serviço do Cristo, entre as criaturas humanas, alcançará mais tarde a precisa amplitude, para a glorificação dAquele que nos segue de perto, desde o primeiro dia, esclarecendo-nos o caminho com a divina luz.
Se cada homem culto indagasse de si mesmo, quanto ao fundamento essencial de suas atividades na Terra, encontraria sempre, no santuário interior, vastos horizontes para ilações de valor infinito.
Para quem trabalhou no século?
A quem ofereceu o fruto dos labores de cada dia?
Não desejamos menoscabar a posição respeitável das pátrias, das organizações, da família e da personalidade; todavia, não podemos desconhecer-lhes a expressão de relatividade no tempo. No transcurso dos anos, as fronteiras se modificam, as leis evolucionam, o grupo doméstico se renova e o homem se eleva para destinos sempre mais altos.
Tudo o que representa esforço da criatura foi realização de si mesma, no quadro de trabalhos permanentes do Cristo. O que temos efetuado nos séculos constitui beneficio ou ofensa a nós mesmos, na obra que pertence ao Senhor e não a nós outros. Legisladores e governadores passam no tempo, com a bagagem que lhes é própria, e Jesus permanece a fim de ajuizar da vantagem ou desvantagem da colaboração de cada um no serviço divino da evolução e do aprimoramento.
Administração e obediência, responsabilidade de traçar e seguir são apenas subdivisões da mordomia conferida pelo Senhor aos tutelados.
O trabalho digno é a oportunidade santa. Dentro dos círculos do serviço, a atitude assumida pelo homem honrar-lhe-á ou desonrar-lhe-á a personalidade eterna, perante Jesus Cristo.
Fonte: XAVIER, Francisco Cândido. Pão Nosso. 27. ed. Rio de Janeiro: FEB, 2006. Cap. 57, p. 129-130.
Onda Cristã - Entrevista no Centro Espirita Chico Xavier
Entrevista no Centro Espirita Chico Xavier em Santa Helena de Goiás, 09 de Maio inicio do Curso de Noções Básicas da Doutrina Espirita.
domingo, 10 de maio de 2009
Uma nova onda acaba de Surgir.....
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